sábado, 26 de julho de 2014 |
cyberbullying-2
"Cara, teu blog é muito feio. Vê se aprende um pouco de design antes de ter um.", "Você é tão feia que nem a maquiagem resolve.", "Você é muito gorda pra usar esse tipo de roupa.", "Desiste, tu é muito ruim.", "Teu sotaque é horrível, deveria parar de gravar vídeos.".

Esses são só alguns exemplos do que todos nós (blogueiras ou não) estamos sujeitos a ouvir ou ler no nosso dia a dia mas, principalmente, quando você se expõe de alguma forma nesse mundo vasto que é a internet.

Depois da "popularização" (vulgo, caiu na boca do povo) do direito da liberdade de expressão e com o avanço da tecnologia, onde qualquer pessoa, em qualquer lugar, agora pode acessar a internet, facebook, youtube todo mundo acha que pode sair por aí "dando a sua opinião" a torto e a direito sem se importar com o outro lado, o lado que recebe a "crítica".

Hoje, todos que querem ser destrutivos a algo ou a alguém se escondem atrás do "direito da liberdade de expressão", afinal é a minha opinião, é o meu direito e você não pode me calar! Mas as pessoas esquecem que esse direito termina quando começa o dever de respeitar o próximo. Há uma diferença gigantesca entre criticar construtivamente e destrutivamente já que uma você faz quando vê algo de errado do que outra pessoa faz e critica com o intuito de ajudá-la a melhorar e a outra você faz só pelo "prazer" (entre aspas porque eu realmente não sei que tipo de prazer uma pessoa dessas sente) de perturbar quem está ao redor e provocar uma briga.

Agora, como se livrar de pessoas assim? Se você for o lado que recebe a "crítica" o melhor jeito é ignorar ou tratar como algo engraçado. Se quiser que isso pare nunca, nunca mesmo, retruque ou se abata e não ache que você ou o seu trabalho não prestam, porque é isso o que ela quer, te desestabilizar e ganhar atenção, e retrucando você está dando o que ela quer. Mas se você for "o outro lado da moeda", o que critica negativamente, primeiramente se toque de que o que você está fazendo não é nada legal, imagina se fosse o contrário, você gostaria? Garanto que não, não é mesmo? Segundo, comece a semear o bem. Elogie, critique construtivamente afinal, a gente colhe aquilo o que planta.

E a dica maior que dou é "Não faça aos outros aquilo que não gostaria que fizessem a você", é o lema que levo para a minha vida e acho que muitos deveriam fazer o mesmo!

Inspirado em um vídeo que assisti no canal

da Jeu Dantas do blog "Fala, Dantas!"

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